
NEUROPATIAS PERIFÉRICAS
Diagnóstico especializado, tratamento da dor e reabilitação neurológica do sistema nervoso periférico em Lisboa
O QUE SÃO AS NEUROPATIAS PERIFÉRICAS?

Quando os "cabos de comunicação" do corpo falham
As neuropatias periféricas são um conjunto de condições em que os nervos fora do cérebro e da medula espinhal — o sistema nervoso periférico — são danificados ou deixam de funcionar corretamente. Estes nervos são os "cabos" que ligam o sistema nervoso central ao resto do corpo: transportam ordens do cérebro para os músculos e devolvem informação sensorial (tato, temperatura, dor, posição) de volta ao cérebro. Quando falham, o resultado pode ser dor intensa, fraqueza muscular, perda de sensibilidade ou alterações nas funções automáticas do organismo.
Como se manifesta no dia a dia
- Dor NeuropáticaSensações de queimadura, choque elétrico, "agulhadas" ou formigueiro persistente — frequentemente mais intensas à noite, e desproporcionais ao estímulo que as desencadeia.
- Perda ou Alteração de SensibilidadeDormência, insensibilidade ao calor e ao frio, ou uma sensação de "andar com meias grossas" mesmo com os pés descalços, comprometendo o equilíbrio e a perceção do próprio corpo.
- Fraqueza e Atrofia MuscularDificuldade em realizar tarefas que exigem força ou coordenação fina — como subir escadas, segurar objetos ou manter o equilíbrio ao andar — podendo evoluir para perda visível de massa muscular.
- Disfunção AutonómicaQuando os nervos que controlam funções automáticas são afetados: alterações da frequência cardíaca, hipotensão ao levantar, disfunção digestiva ou alterações da sudação (suor).
CAUSAS E FATORES DE RISCO
Diabetes Mellitus
A causa mais frequente de neuropatia periférica adquirida (não genética). Níveis de glicemia cronicamente elevados danificam lentamente os vasos que alimentam os nervos, provocando a chamada neuropatia diabética — tipicamente com início nas extremidades inferiores.
MetabólicaToxicidade por Fármacos ou Substâncias
Certos fármacos, antibióticos, e o consumo excessivo e prolongado de álcool podem ser neurotóxicos, danificando diretamente as fibras nervosas periféricas com um padrão frequentemente reversível (tratável) após a interrupção da exposição.
TóxicaDoenças Autoimunes e Inflamatórias
O sistema imunitário pode atacar erroneamente os nervos periféricos, como acontece na Síndrome de Guillain-Barré (aguda) ou na Polineuropatia Desmielinizante Inflamatória Crónica (PDIC). São condições tratáveis quando identificadas precocemente.
AutoimuneCausas Genéticas, Nutricionais e Outras
Deficiências de vitaminas do complexo B (especialmente B12), neuropatias hereditárias (como a Doença de Charcot-Marie-Tooth), infeções virais, ou a compressão mecânica de nervos, são outras causas frequentes que requerem abordagens terapêuticas distintas.
Multifatorial
Identificar a causa subjacente é o passo mais importante: o tratamento é radicalmente diferente consoante a origem da neuropatia.
EFICÁCIA NO TRATAMENTO DAS NEUROPATIAS
Resultados baseados em diagnóstico preciso, controlo da causa e reabilitação neurológica integrada
* Valores baseados em literatura clínica de referência sobre o tratamento das neuropatias periféricas e reabilitação neurológica.
TECNOLOGIA E AMBIENTE TERAPÊUTICO











POR QUE O DIAGNÓSTICO PRECOCE MUDA TUDO
Uma das maiores armadilhas das neuropatias periféricas é a normalização dos sintomas. Muitos doentes passam meses ou anos a atribuir o formigueiro, a dormência ou a fraqueza ao "cansaço", ao "envelhecimento", ou a uma "má posição ao dormir". Entretanto, os nervos continuam a ser danificados — e a janela para uma recuperação mais completa vai-se fechando.
Na NeuroPsyque, a avaliação das neuropatias periféricas começa por um diagnóstico rigoroso para identificar a causa e a extensão do dano nervoso — recorrendo a eletroneuromiografia, avaliação neuropsicológica e análises complementares quando necessário. O plano terapêutico é depois construído especificamente para cada doente: controlo da causa de base, gestão farmacológica da dor, protocolos de neuromodulação não-invasiva (EMT ou tDCS) para modular os circuitos da dor, e reabilitação física e neurológica para preservar e recuperar a função motora e sensorial.
FAQ's sobre Neuropatias Periféricas
O formigueiro nos pés é sempre sinal de neuropatia?
A neuropatia diabética tem cura?
Qual a diferença entre uma neuropatia e uma radiculopatia (ciática)?
Como é que a neuromodulação (EMT/tDCS) pode ajudar na neuropatia?
Que exames são feitos para diagnosticar uma neuropatia?
A neuropatia periférica pode afetar órgãos internos?
Não normalize a dor. Recupere sensibilidade, mobilidade e qualidade de vida.
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